Delivery, home office, aluguel atrasado, férias coletivas: as estratégias dos negócios para sobreviver à crise do coronavírus

A quarentena em vigor em boa parte do país está obrigando empresários e empreendedores a se virarem para manter os negócios em pé. Com as portas fechadas, bares, restaurantes e lojas apelam a diferentes estratégias para manter o fluxo de caixa e reduzir os custos até que a pandemia de coronavírus permita a retomada das atividades.

Mas as expectativas não são as melhores: um levantamento do banco Santander aponta que até 2,5 milhões de pessoas podem ficar desempregadas no pico da crise – e 1,5 milhão devem seguir nessa situação no final do ano. Isso, somados aos 12,3 milhões de trabalhadores que já estavam desempregados em fevereiro. E a estimativa do Banco Mundial é que o PIB brasileiro ‘encolha’ 5% este ano – enquanto economistas do mercado financeiro veem retração de cerca de 2%.

Nas últimas semanas, o G1 acompanhou seis empresários do Rio de Janeiro e de São Paulo e as medidas tomadas por eles para sobreviver à crise provocada pela Covid-19.