Três alunas do 2º ano do curso Técnico Integrado em Edificações (TED) do IFMG – Campus Governador Valadares alcançaram o vice-campeonato na Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG) 2026. A equipe formada por Rafaela Palmeira Lessa, Milena Silva de Araújo e Márjorie Rodrigues do Vale representou a instituição na etapa nacional após obter o maior alcance de lançamento de foguetes do campus.
A fase nacional correu na 87ª Jornada de Foguetes, realizada entre os dias 10 e 13 de agosto, em Barra do Piraí (RJ).
O que é a OBAFOG e como funciona a competição
A OBAFOG — novo nome da tradicional Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) — é uma olimpíada científica totalmente experimental. A disputa consiste na construção e no lançamento oblíquo de foguetes a partir de uma base, buscando alcançar a maior distância horizontal possível.
Durante a fase nacional no Rio de Janeiro, a equipe do IFMG-GV participou de diversas atividades práticas e teóricas:
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Competição prática: Lançamentos com foguetes de nível 4, movidos a reação química de bicarbonato de sódio e vinagre.
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Atividades acadêmicas: Participação em oficinas de montagem de diferentes modelos de foguete e palestras técnicas.
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Imersão cultural: Visitas guiadas a planetários e trocas de experiências com estudantes de diversas regiões do país.
Tradição científica e suporte docente
Para conquistar o pódio em meio a centenas de equipes do país, as alunas contaram com a orientação do professor de Física Valcimar Silva Andrade. O docente destaca a relevância do incentivo institucional a olimpíadas científicas.
“O IFMG-GV já possui longa experiência com a participação nesta e em outras competições, como a Olimpíada Brasileira de Física (OBF), a Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP) e a própria Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que é a etapa obrigatória para a OBAFOG.” — Valcimar Silva Andrade, professor de Física do IFMG-GV.
A aluna Rafaela Palmeira Lessa reforçou que a mentoria e o trabalho em equipe foram determinantes para o bom desempenho do grupo:
“Tivemos muita ajuda do professor Valcimar, que sempre estava disposto a nos orientar quando precisávamos e nos animava mesmo quando o resultado não era o esperado. Outros alunos que também participavam deram um grande suporte na hora do lançamento.” — Rafaela Palmeira Lessa, aluna do IFMG-GV.
Integração cultural e troca de conhecimentos
Além da premiação, as estudantes destacaram o impacto pedagógico e pessoal do evento nacional na formação acadêmica.
A aluna Márjorie Rodrigues do Vale destacou o intercâmbio cultural promovido durante a Jornada de Foguetes:
“Toda a experiência foi incrível do início ao fim, desde a confecção dos foguetes até a espera pelos resultados. Durante o tempo que passamos lá, trocamos saberes, curiosidades e conhecimentos com estudantes de todo o Brasil. O sentimento de voltar para casa com o troféu de prata entre tantas equipes foi inesquecível, mas espero voltar no ano que vem com o ouro na mão.” — Márjorie Rodrigues do Vale, aluna do IFMG-GV.





