Os usuários do transporte coletivo urbano em Ipatinga foram surpreendidos na manhã desta segunda-feira (06) nos pontos com falta de circulação dos ônibus coletivos de várias linhas que atendem o município, o que provocou atrasos para quem tinha que ir para o trabalhou ou agenda marcada para atendimento, por exemplo, na saúde na cidade.
Prejudicado com a falta de funcionários, para o atendimento em diversos setores ou o número reduzido de profissionais afetados pelo não funcionamento do transporte coletivo, o Hospital Márcio Cunha (HMC) chegou a divulgar, no começo da manhã, uma nota informando que, devido à paralisação do serviço de transporte coletivo urbano na manhã desta segunda-feira (06), com a suspensão temporária da circulação dos ônibus, a operação de alguns serviços foi impactada.
Segundo a nota, colaboradores de diversos setores, que dependem do transporte para chegar ao Hospital, tiveram dificuldades de deslocamento, o que comprometeu o atendimento em serviços como laboratório e recepções em geral.
A paralisação, segundo informações, foi de advertência e durou cerca de duas horas no começo da manhã desta segunda, com os ônibus não saindo da garagem. De acordo com informações do Sindicato dos Rodoviários (Sinttrocel), há pagamento de salários em atraso – que deveria ter sido quitado no último dia de março e, até o fim de semana, não havia sido efetuado; mensalidades do plano de saúde e odontológico atrasadas; férias de trabalhadores que retornaram ao trabalho em março ainda não pagas, assim como de empregados que iniciaram férias em abril; e atraso no recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Ainda de acordo com o Sindicato dos Rodoviários (Sinttrocel), há uma ameaça de iniciar uma greve por tempo indeterminado a partir de quarta-feira (8), caso as reivindicações não sejam atendidas.





